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Hospital Regional de Araranguá pode fechar as portas

Publicada em 17/12/17 as 19:34h por Jornal Correio do Sul - 233 visualizações


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Na última sexta-feira, dia 15, o médico Mário Monteiro, superintendente do Programa de Atenção Integral à Saúde da Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina (SPDM), entidade que administra o Hospital Regional de Araranguá (HRA) esteve em Araranguá e anunciou que a SPDM não tem previsão para pagar os salários em atraso dos funcionários do HRA. Monteiro também confirmou a informação de que faltam insumos no hospital, entre eles medicamentos básicos.
Outra informação repassada pelo superintendente foi a de que, naquele dia, 34 pacientes estavam internados no hospital. No entanto, na manhã deste domingo, dia 17, chegou à redação do Jornal Correio do Sul, a informação de que os pacientes estavam sendo transferidos e que os setores de internação serão fechados. Até o início da tarde deste domingo, o HRA tinha 16 pacientes internados, dois deles na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI). Um paciente da UTI foi transferido durante a manhã e os outros dois provavelmente serão transferidos no decorrer do dia.
De acordo com a gerente de Saúde da Agência de Desenvolvimento Regional de Araranguá (ADR), Patrícia Paladini, os pacientes estão sendo transferidos por solicitação do hospital, Patrícia confirmou que falta transferir dois pacientes da UTI. Ainda, chegou até á reportagem a informação de que os pacientes internados na clínica ortopédica também serão transferidos, por falta de aparelho para cirurgia e de que os demais receberão alta. Conforme Patrícia, cada caso é um caso e depende da situação de cada paciente. "Os internados na UTI são todos pacientes críticos, por isso a transferência vem primeiro", disse.
Segundo funcionários do HRA, não existe medicamento nem para o Pronto Socorro. "O Pronto Socorro pode até ficar aberto, mas não vai ter medicamento", disse um funcionário.
Com a deflagração da greve, a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Araranguá, mais uma vez trabalha com superlotação e a média diária de atendimento é de 400 pacientes, sendo que a capacidade da UPA é de atender cerca de 150 pacientes por dia. De acordo com Patrícia, a UPA está utilizando outras referências, como Hospital de Meleiro, Hospital de Braço do Norte, Hospital de Urussanga, Hospital São José de Criciúma e Hospital de Tubarão, para encaminhamento de pacientes que necessitam serem atendidos em unidades hospitalares.










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